O investimento estrangeiro no setor turístico-imobiliário está hoje na ordem do dia.

A apresentação da nova imagem e estratégia de Vilamoura, recentemente adquirida por um investidor de origem norte-americana, é uma das faces mais visíveis desta realidade; mas a aquisição dos hotéis Tivoli, de diversos hotéis ou prédios para reabilitar (em Hotéis ou Apartamentos Turísticos) em Lisboa ou a procura crescente por empreendimentos turístico-imobiliários integrados para promover na região de Lisboa, Alentejo ou Algarve são outros exemplos que ilustram a atual atratividade de Portugal.

Importa por isso, neste breve comentário, reforçar o carácter decisivo dos aspetos relacionados com a informação de enquadramento de Portugal prestada aos investidores, a simplificação/celeridade do licenciamento, o acesso crescente a financiamento, a consistência da promoção turística e a valorização dos profissionais que trabalham ao longo da cadeia de valor do setor. Meio caminho estará percorrido.

Eduardo Abreu é gestor de Planeamento em Turismo e sócio da Neoturis.

Artigo retirado do "jornal Arquitecturas"